
Outro me deu uma vontade louca e incontrolável de comer esse frango indiano, que eu experimentei através do Home Chefs. Mas eu lembro que na época acabei pensando em algumas modificações que deixariam a receita mais agradável pro meu paladar. Fiz tudo sem medida mesmo, experimentando na hora. E como estou deveria estar numa temporada sem lactose por causa das alergias (mas na prática tomo leite todo dia de manhã e minha cara fica toda empolada, and I regret nothing), excluí o iogurte da receita original.
Eu gosto tanto desse frango que junto com arroz basmati (fácil de encontrar em supermercados médios e não tão incrivelmente caro) virou uma das minhas marmitas preferidas.
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Por que eu não postei mais no blog? Porque tô absolutamente sem tempo pra blogar. Mas pelo menos eu ainda como minha própria comida, levando marmita todo dia.
Eca, marmita! Que horror, que pobreza, que nojento!
Pois é, eu também pensava assim, até que cansei de comer comida ruim e cara. E foi a melhor coisa que eu já fiz em relação ao meu almoço.
Daí que eu juntei tudo isso no Guia da Marmita Metida a Besta. Como se organizar, as receitas que eu tenho levado e que deram certo até agora, etc etc etc.
Porque levar quentinha pro trabalho pode ser divertido, colega!
Favor levar em consideração que tudo na minha vida contém alto teor de sarcasmo, então se a sua marmita foi classificada como “de pobre” pelo meu guia por favor não se ofenda, e muito menos me culpe, beijos.
Conheci esse livro através da minha ex professoressa de italiano, que na sua última viagem à Itália visitou a autora Angela Mela.
Italiano na Cozinha é um livro de receitas típicas italianas, mas também é um livro pra quem está estudando italiano e adora culinária (prazer, Kika).
Além de histórias, curiosidades e segredinhos da cucina casalinga, ele traz as receitas em italiano, com um vocabulário básico ao lado, e a tradução da receita toda no final. A Angela é autora também do site Italiano in Cucina, que tem um material bem legal pra quem ama cozinhar e falar italiano.
Gostei muito do material, só queria ter tempo pra fazer um Julie e Julia com ele, já pensou?
O livro está a venda na Fnac e na Saraiva.
Editora: Diasl
ISBN: 9788578441128
Ano de Lançamento: 2012 (1a edição)
E vamos acumulando livros de receita na prateleira! \o/

Aquele momento em que você percebe que, se quiser continuar mantendo um blog de receitas, vai precisar com urgência de um curso de fotografia, porque do jeito que está não dá pra continuar hahaha…
Pra quem não mora no planeta nerdisse (como eu), há duas semanas aconteceu em São Paulo mais uma Campus Party.
As palestras são num ambiente restrito (e eu fui, lá lá lá #nerdfeliz), mas o YouPix montou um palco na área gratuita do evento com várias atrações legais. No sábado trouxeram o chef Carlos Bertolazzi, apresentador do Homens Gourmet no canal Bem Simples, dono de vários restaurantes e gato.
Não fui no sábado, mas acompanhei pelo streaming ele preparando uma berinjela a parmegiana do jeito italiano. Eu nem curto essas comidas esquisitas (tipo berinjela haha) mas lembro de ter comido parmigiana di melanzane em Milão, e não sei se é porque era em Milão, mas era boa pra caramba.
Metade do vídeo está disponível no canal da Vivo (só clicar em Ca Bertolazzi na Cozinha da Web). Uma pena que a outra metade não esteja disponível, porque é onde eu interagi cutucando a nutricionista porquinha que não lavou a mão publicando a receita em apenas um tweet:
Aí que chegou o feriado e deu vontade de fazer a berinjela a parmegiana. Gezoos como fica boa! Sério, nunca mais torço o nariz pra coitada da berinjela na vida. Façam essa receita – mas esqueçam a minha foto aí em cima e façam do jeito do Carlos Bertolazzi.
Bonitinha. Rá.
Só metade do vídeo está no ar, então eu vou explicar o modo de preparo numa mistura do que o chef explicou, do que eu lembro da segunda parte do vídeo e de como eu fiz em casa.
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Quando eu fui pra Itália tinha uma coisa que eu não podia deixar de trazer na mala de jeito nenhum: pinoli, pra fazer molho pesto.
Pinoli são parentes do nosso pinhão só que bem menores e mais durinhos, mais parecido com uma castanha – esses aí da foto. São muito comuns na Europa, principalmente na culinária italiana e libanesa. Aqui no Brasil custam os olhos da cara, mas na Itália foi super baratinho – não lembro direito quanto paguei, mas foi um valor equivalente ao que a gente paga pela nossa castanha-de-cajú por aqui.
Não tem pinoli? Não vai deixar de fazer a receita por isso, tá? Dá pra substituir por castanha-do-pará, castanha-de-cajú ou até mesmo amendoim. Só o que não dá é pra substituir o manjericão fresco pela erva seca, de saquinho – fica horrível!
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